A Fundação Bienal de Arte de Cerveira integra, no seu acervo, uma das mais relevantes coleções de arte, representativa, no essencial, da produção artística do pós-25 de abril de 1974, correspondendo à ação das Bienais Internacionais de Arte a partir de 1978. A coleção constitui-se, sobretudo, a partir dos prémios atribuídos ao longo das várias edições da bienal e de doações dos artistas. A gestão do seu espaço permanente de exposições, o Fórum Cultural de Cerveira, tem optado, para lá dos períodos em que acolhe as exposições resultantes das edições da bienal, por exposições temporárias. Faz-se o exercício de este programa de exposições temporárias promover novas abordagens à coleção com regularidade. No entanto, não há a política de uma exposição permanente, estando esta demanda à espera da construção de um novo edifício destinado, apenas, à exibição da coleção de forma permanente. Contudo, com o recurso às possibilidades do digital, o museu virtual da Bienal de Cerveira permite aos públicos descobrir, em qualquer espaço ou tempo, as obras da coleção.

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Artistas

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Álvaro Lapa

Nasceu em Évora, Portugal, em 1939 e faleceu em 2006. Foi um pintor/escritor português e um dos grandes nomes da pintura portuguesa contemporânea.
Conquistou várias distinções ao longo da sua carreira, nomeadamente o Grande Prémio EDP.
Há quem defenda que a sua obra é de caráter autobiográfico, não se podendo encaixar num só ou qualquer “ismo”. O seu trabalho evidenciou uma forte relação entre a literatura e a pintura ao longo dos tempos.
Álvaro Lapa realizou a sua primeira exposição na Galeria 111, de Manuel de Brito, em Lisboa, e desde então manteve atividade constante realizando inúmeras exposições em Portugal e no estrangeiro, afirmando-se como um dos pintores mais importantes da segunda metade do século XX. Em 1976, ingressou como professor na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Participou em várias edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira.

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Ana Vidigal

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1960, onde vive e trabalha. Concluiu o Curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa em 1984. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian (1985-1987). Realizou o seu estágio de Gravura em Metal com Bartolomeu Cid, na Casa das Artes de Tavira (1989). Foi pintora residente do Museu de Arte Contemporânea – Fortaleza de São Tiago, Funchal (1998-1999). Em 1995 e em 2002 foi convidada pelo Metropolitano de Lisboa para a execução de painéis de azulejos para as estações de Alvalade e de Alfornelos. Em 1999 ganha o Prémio Maluda e em 2003 o Prémio Amadeo de Souza Cardozo. Expõe regularmente desde 1981. A sua obra encontra-se presente em diversas coleções públicas e privadas. Foi prémio Revelação na III Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1982).

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Ângelo de Sousa

Moçambique, 1938 – Portugal, 2011

Ângelo de Sousa nasceu em Lourenço Marques em 1938. Em 1962, concluiu o Curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Entre 1967 e 1968 frequentou a St Martin’s School of Art e a Slade School of Fine Art, em Londres, nesse período interessou-se pelas potencialidades do filme e da fotografia. A sua aproximação aos diferentes meios – pintura, desenho, gravura, escultura, filme e fotografia – foi sempre experimental e ditada pela dinâmica e os resultados do próprio processo de trabalho. A economia de meios e formas, assim como a experimentação de variações dentro de séries, são características da obra de Ângelo de Sousa. Na sua pintura, a elementaridade é visível na redução ao preto, ao branco e às três cores primárias. Trata-se de um princípio programático explicitado pelo artista: “um máximo de efeito com um mínimo de recursos”.

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António Dacosta

Nasceu em Angra do Heroísmo, em 1914, Portugal, tendo vindo a falecer em 1990. Mais conhecido por António Dacosta, foi um poeta, crítico de arte e pintor português.
A sua obra pictórica é constituída por duas fases distintas. Entre 1939 e 1948 trabalha essencialmente dentro de um idioma surrealista, afirmando-se como uma figura de referência do movimento em Portugal. Muda-se para Paris, onde fixa residência a partir de 1947. Segue-se uma paragem de 30 anos em que interrompe quase por completo a prática artística, dedicando-se à crítica de arte.
Retoma a pintura de forma consistente em 1970. A partir daí e até à data da sua morte realizou um conjunto de obras diversas, identicamente notáveis. Foi Prémio Aquisição Pintura na V Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1986).

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Artur Bual

Nasceu em 1926, em Lisboa, Portugal, tendo falecido em 1999. Artur Bual é um dos artistas plásticos que marca a história das Bienais Internacionais de Arte de Cerveira. Participou em várias edições, tendo sido galardoado com o Prémio Atelier Livre na segunda edição (1980). A comunidade local e os entusiastas do evento lembram-se do artista a pintar ao vivo obras de generosas dimensões, da forma enérgica que o caraterizava.
Influenciou de forma determinante a arte em Portugal na segunda metade do século 20. Embora escultor e ceramista, é como pintor gestualista que a sua obra artística é mais reconhecida. Realizou diversas exposições em Portugal e no estrangeiro. Está representado em diversas coleções: Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Câmaras Municipais, Centro de Formação Profissional de Pegões, Governo Regional dos Açores, entre outros.

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Augusto Canedo

Nasceu no Porto, Portugal, em 1958. Licenciado em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, lecionou essa mesma disciplina na Escola Superior Artística do Porto. Foi professor assistente na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (1988-2002). É doutorado em História de Arte pela Universidade de Salamanca, cofundador da galeria Quadrado Azul, tendo em 1994 criado a galeria “Por amor à Arte”. Foi diretor artístico da 15.ª, 16.ª e 17.ª edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2009-2013).
Obteve várias distinções, das quais se destacam: o Prémio Baviera (2002); Prémio Almada Negreiros (1995); Prémio Revelações 93 do Banco Comercial de Macau (1993) e Prémio Revelação da IV Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1984). Realizou inúmeras mostras individuais no Porto, Amarante, Coimbra, Toronto, Vigo, Barcelona, Roterdão, Paris e Salvador da Baía.

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Carlos Barreira

Nasceu em Chaves, Portugal, em 1945. Durante a formação na Escola Superior de Belas Artes do Porto, beneficiou de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian (1969-1973).
No seu percurso artístico obteve várias distinções: o Prémio “Fernando de Castro”, o Prémio “Teixeira Lopes” por duas ocasiões e o “Prémio da Fundação Engenheiro António de Almeida”.
Em 1972 iniciou a atividade como designer gráfico, como cenógrafo e figurinista, tendo trabalhado com o Teatro Experimental do Porto. Em 1977 passou a integrar o quadro de professores da ESBAP. É um dos poucos artistas que participou em todas as edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, tendo sido Grande Prémio na 10.ª edição (1999).
A sua obra escultórica tem vindo a ser exposta em Portugal e no estrangeiro, desde o início dos anos 70 e integra coleções privadas e locais públicos dos continentes Europeu e Africano.

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Clara Menéres

Nasceu em 1943, em Braga, Portugal, e faleceu em 2018. Estudou Escultura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde foi aluna de Salvador Barata Feyo, Lagoa Henriques e Júlio Resende.
Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris (1978-1981); completou o doutoramento na Universidade de Paris VII (1983) e foi investigadora do Centro de Estudos Visuais Avançados do MIT (1989-1991).
Iniciou a atividade pedagógica na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, foi professora na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (1971-1996) e professora associada e professora catedrática na Universidade de Évora (1996-2007).
Expôs individualmente pela primeira vez em 1967 e participou em inúmeras mostras coletivas em Portugal e no estrangeiro. Marcou presença em várias edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, tendo sido Grande Prémio Escultura (Ex-Aequo) na 5ª edição (1984).

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Cruzeiro Seixas

Nasceu em 1920, na Amadora, Portugal e faleceu em 2020. Foi um “homem que pinta” (a designação de pintor/artista aborrecia-o) e um poeta português.
Frequentou a Escola António Arroio, onde fez amizade com Mário Cesariny, Marcelino Vespeira, Júlio Pomar e Fernando Azevedo. Em meados de 1940, aproxima-se aos princípios do surrealismo. Juntamente com Mário Cesariny, António Maria Lisboa, Carlos Calvet, Pedro Oom e Mário-Henrique Leiria, entre outros, integra o Grupo Surrealista de Lisboa. Participou na “1.ª exposição dos Surrealistas” em Lisboa (1949).
Este que foi um dos máximos expoentes do surrealismo português radicou-se no Algarve em 1980, onde trabalhou como programador cultural em diversas galerias. Colaborou em revistas internacionais ligadas ao surrealismo. Participou em várias edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira e foi homenageado na 20.ª edição (2020).

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Eduardo Nery

Nasceu na Figueira da Foz, Portugal, em 1938, tendo falecido em 2013. Desenvolveu vasta atividade profissional nos campos da pintura, desenho, gravura, fotografia, tapeçaria, azulejaria, vitral, mosaico, relevos murais, desenho de pavimentos urbanos e projetos de cor para fachadas em conjuntos arquitetónicos.
Desde 1964 realizou mais de 40 exposições individuais em Lisboa e desde 1958 participou em mais de 300 exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro.
Obteve vários prémios em Portugal, tais como o Prémio Bordalo da Imprensa (1995) e um dos prémios nacionais Bento Pessoa Casino Figueira (2007). No estrangeiro foi distinguido com seis prémios em Itália e em Espanha. Foi-lhe concedido o Prémio Municipal “Jorge Colaço” de Azulejaria da Câmara Municipal de Lisboa, em 1987, 1991, 1992 e 1995. Foi Prémio Fotografia na III Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1982).

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Elsa César

Nasceu em 1947, no Porto, Portugal. Realizou o curso complementar de Escultura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto (atual FBAUP) e o mestrado em Belas-Artes no Goldsmith`s College da Universidade de Londres. Foi bolseira de Mestrado do Instituto Politécnico do Porto (1988-1990) e bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian (1998-1999). Encontra-se representada em várias coleções particulares em Portugal e no estrangeiro. Foi professora-adjunta na E.S.E. do Porto, na área de Artes e Ofícios.
Expõe, coletivamente, desde 1983 e, individualmente, desde 1987. As suas obras integram importantes coleções públicas e privadas, em Portugal e além-fronteiras, merecendo destaque a coleção de Joshua Gessel, na Suíça. As Bienais Internacionais de Arte de Cerveira têm contado, desde há décadas, com a sua presença. Foi Prémio Revelação na VIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1995).

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Gerardo Burmester

Nasceu no Porto, Portugal, em 1953, cidade onde atualmente vive e trabalha. Frequentou a Escola Superior de Belas-Artes do Porto entre 1973 e 1974. Viveu e trabalhou em Paris de 1975 a 1978. Fez parte do Grupo Puzzle (1977-1980). Fundou e dirigiu com Albuquerque Mendes a “Associação/Galeria Espaço Lusitano”, no Porto. A obra de Burmester revela-se hoje como uma das mais significativas do contexto da arte contemporânea portuguesa, na geração de artistas que surgiu na década de 80, realizando instalações de flagrante originalidade estética e experimental. Está representado em várias coleções particulares e privadas, no país e estrangeiro.
Foi Grande Prémio na VIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1995).

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Helena Almeida

Helena Almeida ( Lisboa, 1934 – Sintra, 2018) terminou o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa em 1955 e expôs regularmente desde finais da década de 1960. A sua primeira exposição individual aconteceu em 1967, na Galeria Buchholz, em Lisboa.

Ao longo de toda a sua carreira, Helena Almeida questionou os meios artísticos tradicionais, em particular a pintura, disciplina a partir da qual explorou outras disciplinas, como o desenho, a performance, o vídeo e a fotografia. Nos seus trabalhos iniciais a artista reflete sobre a materialidade e os limites do espaço pictórico, trabalhando a tela de forma não convencional, como, por exemplo, pintando o seu verso ou acrescentando-lhe objetos do quotidiano. Na sequência destas obras iniciais, a artista encontrou na fotografia o meio ideal para explorar a tensão existente entre a sua obra e o seu corpo, tema sempre presente no seu pensamento artístico, para o que recorreu à autorrepresentação por que se tornou conhecida nacional e internacionalmente.

Helena Almeida representou Portugal nas Bienais de São Paulo (1979), Veneza (1982 e 2004) e Sidney (2004) e teve importantes exposições individuais em Portugal e no estrangeiro.

 

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Henrique Silva

Nasceu em Paredes, Portugal, em 1933. Artista plástico, foi diretor executivo da Cooperativa Árvore (1978-1996), da Associação Projecto – Núcleo de Desenvolvimento Cultural, diretor da Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1995-2007 e 2015) e diretor do Curso Superior de Design e de Artes Plásticas da Escola Superior Gallaecia. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris de 1961 a 1963. Em 1977 licenciou-se pela Universitée de Paris VIII, em Artes Plásticas para o Ensino.
Expõe regularmente desde 1958. Realizou mais de 50 exposições individuais em França, Espanha, Bélgica, Suíça, Brasil e Portugal e mais de 200 exposições coletivas na Europa, América e Japão. Atualmente é presidente interino do Conselho de Fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e do Conselho Científico.

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Isaque Pinheiro

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1972. Vive e trabalha no Porto. Para além de exposições individuais nas galerias, Caroline Pagès em Lisboa, Mário Sequeira em Braga, Presença no Porto, Esther Montoriol em Barcelona, Laura Marsiaj no Rio de Janeiro, Moura Marsiaj em São Paulo e Ybakatu em Curitiba, destacam-se também participações em exposições coletivas no Stenersen Museum em Oslo, Centro Galego de Arte contemporânea em Compostela e Caixa Cultural do Rio de Janeiro.
Está representado na Coleção de Arte Fundação EDP (MAAT), Fundação PLMJ, Museu da Bienal de Cerveira, Fundação Caixanova em Espanha, Centro Galego de Arte Contemporânea em Compostela, e Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, Brasil, entre outras.
Foi Prémio Aquisição Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira na XV Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2009) e na XVIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2015).

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Jaime Isidoro

Jaime Isidoro nasceu no Porto, Portugal. Considerado o “pai” das Bienais Internacionais de Arte de Cerveira, foi diretor artístico de seis edições do evento (1978-1984 e 1992). Estudou desenho e pintura na Escola Artística Soares dos Reis no Porto e expôs individualmente pela primeira vez em 1945. Em paralelo com a carreira de pintor, foi também animador cultural, galerista e professor, estando diretamente ligado a momentos marcantes das artes plásticas no país. Promoveu os “Encontros Internacionais de Arte” na década de 70 do século XX e editou a “Revista de Artes Plásticas”, que contou com a colaboração de críticos e artistas portugueses de relevo, demonstrando um interesse particular pela concretização de projetos culturais inovadores. Foi fundador da Academia Dominguez Alvarez, com António Sampaio em 1954.

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João Carqueijeiro

Nasceu em Lobito, Angola, em 1954. Em 1982, concluiu o Curso Superior de Desenho na Cooperativa Árvore, no Porto. Especializou-se ainda na Roda de Oleiro, Vidrados de Grés e Raku, na Escola de Cerâmica de La Bisbal, na Catalunha.
Desde 1981 que se dedica ao ensino da cerâmica. É professor dos Cursos Livres de Cerâmica na Cooperativa Árvore desde 1986, da qual é sócio.
Participou em inúmeras exposições (individuais e coletivas), Bienais de Arte e Simpósios Internacionais, tendo sido várias vezes premiado. Realizou diversos murais cerâmicos.
Está representado em museus públicos e coleções privadas em Portugal e o estrangeiro.
Tem participado em várias edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, como artista convidado e coordenador de ateliers. Em 2011 realizou um mural modular tridimensional em cerâmica vidrada (3×10 m) para o interior do edifício do Museu Bienal de Cerveira.

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José Rodrigues

Nasceu em 1936, em Luanda, Angola, tendo falecido em 2016. Realizou os seus estudos artísticos na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde concluiu o curso de Escultura. Com Armando Alves, Ângelo de Sousa e Jorge Pinheiro constituiu, em 1968, o grupo “Os Quatro Vintes”.

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Nasceu em 1936, em Luanda, Angola, tendo falecido em 2016. Realizou os seus estudos artísticos na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde concluiu o curso de Escultura. Com Armando Alves, Ângelo de Sousa e Jorge Pinheiro constituiu, em 1968, o grupo “Os Quatro Vintes”.
Foi um dos fundadores e presidente da Assembleia Geral da Cooperativa Árvore, no Porto, e um dos promotores da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, tendo sido codiretor artístico da 5.ª edição (1986) e diretor artístico da 6.ª edição (1988). Entre as suas obras destacam-se o “Cubo da Ribeira” e o “Monumento ao Empresário” na Avenida da Boavista, no Porto.
Em 1994, foi condecorado com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Encontra-se representado em várias coleções particulares e privadas, no país e no estrangeiro.
Foi Prémio Escultura na II Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1980).

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Justino Alves

Nasceu no Porto, Portugal, em 1940 e faleceu em 2015. Formou-se nesta mesma cidade em Pintura, pela Escola Superior Belas Artes do Porto (atual FBAUP). Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do legado Ventura Terra.

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Nasceu no Porto, Portugal, em 1940 e faleceu em 2015. Formou-se nesta mesma cidade em Pintura, pela Escola Superior Belas Artes do Porto (atual FBAUP). Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do legado Ventura Terra.
Entre 1968 e 1970 é professor e diretor da Academia de Belas-Artes do Funchal. Regressa ao continente em 1971, para lecionar na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
Foi desenvolvendo a sua carreira de artista a par da de docente, mostrando o seu trabalho em mais de 20 exposições individuais e 60 coletivas, vendo a sua obra reconhecida com vários prémios nacionais e estrangeiros.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian tem oportunidade, a partir de 1976, de viajar para Paris. Regressa a Portugal em 1978 e colabora em várias edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira.

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Paulo Neves

Nasceu em Oliveira de Azeméis, Portugal, em 1959. Frequentou o Curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. De 1978 a 1981, conviveu e trabalhou com diversos artistas em vários países da Europa.

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Nasceu em Oliveira de Azeméis, Portugal, em 1959. Frequentou o Curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. De 1978 a 1981, conviveu e trabalhou com diversos artistas em vários países da Europa.
Participou em várias exposições individuais, por exemplo na Galeria Valbom, em Lisboa (2006) e na Galeria São Mamede, no Porto (2016).
Colaborou também em diversas exposições coletivas: New York Independent Art Fair, Nova Iorque, E.U.A. (2002), Galeria Mouraria, Madeira (2008), entre outros.
Encontra-se representado em coleções públicas e privadas nacionais e estrangeiras.
Participou em várias edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, tendo sido Prémio Águas do Minho e Lima na 13.ª edição (2005) e Prémio DST – Domingos da Silva Teixeira, S.A e na 14.ª Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2007).

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Pedro Cabrita Reis

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1956 e é um dos artistas portugueses mais conhecidos da atualidade. Cursou Pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa. Expôs individualmente pela primeira vez em 1981, tendo desde então desenvolvido uma obra complexa, com meios que vão desde o desenho e pintura até à escultura e instalação.

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Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1956 e é um dos artistas portugueses mais conhecidos da atualidade. Cursou Pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa. Expôs individualmente pela primeira vez em 1981, tendo desde então desenvolvido uma obra complexa, com meios que vão desde o desenho e pintura até à escultura e instalação.
Expôs e participou em numerosas exposições internacionais, incluindo a Documenta IX, em Kassel, em 1992, nas 21.ª e 24.ª Bienais de São Paulo, respetivamente em 1994 e 1998, e no Aperto, e em 2003 representou Portugal na Bienal de Veneza. De destacar também a sua participação na décima Bienal de Lyon com duas obras de grande porte.
Foi Prémio Aquisição Pintura na V Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1986).

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Pedro Calapez

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1953. É um artista plástico português, que atualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudava Engenharia no Instituto Superior Técnico de Lisboa, ao mesmo tempo que exercia a atividade de fotógrafo profissional quando, em 1972, decidiu frequentar cursos de iniciação artística da SNBA. Foi esta a sua formação, completada em 1975, a que se seguiu a frequência na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar. Co, Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura.

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Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1953. É um artista plástico português, que atualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudava Engenharia no Instituto Superior Técnico de Lisboa, ao mesmo tempo que exercia a atividade de fotógrafo profissional quando, em 1972, decidiu frequentar cursos de iniciação artística da SNBA. Foi esta a sua formação, completada em 1975, a que se seguiu a frequência na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar. Co, Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura.
Começou a expor na década de 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982. O seu trabalho tem sido mostrado em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro.
Foi Prémio Aquisição Pintura na V Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1986).

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Pedro Casqueiro

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1959, onde atualmente reside e trabalha. Completou o curso de Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1984. Realizou a primeira exposição individual em 1981 na Galeria Tempo, em Lisboa.

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Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1959, onde atualmente reside e trabalha. Completou o curso de Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1984. Realizou a primeira exposição individual em 1981 na Galeria Tempo, em Lisboa.
Desde então participou em várias exposições coletivas. Em 1997, o Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian (CAM-FCG) dedicou-lhe uma extensa exposição retrospetiva.
Está representado em diversas coleções públicas e privadas, entre as quais se destacam: CAM-FCG, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Ministério da Cultura e Fundação PLMJ, todas em Lisboa, bem como na da Fundação de Serralves (Porto).
Foi Prémio Revelação Desenho na II Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1980) e Prémio Aquisição Pintura na V Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1986).

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Robert Schad

Nasceu em 1953, em Ravensburg, Alemanha. Iniciou os seus estudos artísticos em 1974, na Staatliche Akademie der Bildenden Künste, Karlsruhe. Ganhou uma bolsa de trabalho na Escola Superior de Belas Artes no Porto, em Portugal. Atualmente vive entre Larians, França e em Chamosinhos, Portugal.

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Nasceu em 1953, em Ravensburg, Alemanha. Iniciou os seus estudos artísticos em 1974, na Staatliche Akademie der Bildenden Künste, Karlsruhe. Ganhou uma bolsa de trabalho na Escola Superior de Belas Artes no Porto, em Portugal. Atualmente vive entre Larians, França e em Chamosinhos, Portugal.
Ao longo dos anos foram-lhe atribuídas diversas bolsas de estudo, como a Bolsa de Estudos do Serviço Alemão de Intercâmbio Académico para participação profissional na Escola Superior de Belas Artes do Porto (1980-1981).
Encontra-se representado em várias coleções públicas e privadas, no país e no estrangeiro.
É autor de diversas exposições individuais, participou em diversos projetos multidisciplinares, sobretudo de escultura e dança, e criou várias obras públicas, de destacar a Cruz Alta do Santuário de Fátima.
Foi Prémio Desenho na III Bienal Internacional de Arte Contemporânea (1982).

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Rute Rosas

Nasceu no Porto, Portugal, em 1972. Obteve a Licenciatura e Mestrado em Arte e Design, na Especialidade de Artes Plásticas, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), tendo concluído o Doutoramento em Arte Multimédia.

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Nasceu no Porto, Portugal, em 1972. Obteve a Licenciatura e Mestrado em Arte e Design, na Especialidade de Artes Plásticas, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), tendo concluído o Doutoramento em Arte Multimédia.
É, desde 1999, Professora do Departamento de Belas Artes da FBAUP – a primeira professora de Escultura da UP, nesta área de conhecimento.
Desde 1996 tem realizado várias exposições individuais, concebido, participado, colaborado e organizado inúmeros eventos, tais como: exposições coletivas, workshops, cursos e conferências públicas em diversos países. Recebeu prémios e distinções estando representada em inúmeras instituições e coleções privadas em Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra e Brasil.
Membro Investigador Integrado do CITCEM e Membro Investigador Colaborador do I2ADS.
Foi Prémio Revelação na XIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2005).

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Samuel Rama

Nasceu em Coimbra, Portugal, em 1977. É licenciado em Artes Plásticas, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (Politécnico de Leiria), onde é docente desde 2003, e doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência.

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Nasceu em Coimbra, Portugal, em 1977. É licenciado em Artes Plásticas, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (Politécnico de Leiria), onde é docente desde 2003, e doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência.
Realizou diversas exposições individuais desde 2004 e desde 2003 e expõe regularmente em exposições coletivas em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Brasil.
Para além do Museu Bienal de Cerveira, encontra-se representado nos acervos do Centro de Arte Manuel de Brito, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia ou no MAR (Museu de Arte do RIO, Rio de Janeiro, Brasil), entre outras instituições.
Foi Prémio Aquisição Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira na XV Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2009).

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Sobral Centeno

Nasceu no Porto, Portugal, em 1948. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (1983-1985). Em 1969, formou um grupo artístico com Sá Coutinho e Manuel Porfírio. Ainda nesse ano, inscreveu-se no curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto, que concluiu em 1978.

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Nasceu no Porto, Portugal, em 1948. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (1983-1985). Em 1969, formou um grupo artístico com Sá Coutinho e Manuel Porfírio. Ainda nesse ano, inscreveu-se no curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto, que concluiu em 1978.
Foi docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto (1987-2006). Participou em várias mostras coletivas em Portugal e no estrangeiro. Encontra-se representado em várias coleções públicas, em Portugal e no estrangeiro, como por exemplo: Museu Bienal de Cerveira, Museu Amadeo Souza-Cardoso e Museu de Arte Contemporânea do Estado de Pernambuco.
Sobral Centeno está umbilicalmente ligado à história da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, fundamentalmente por via da sua amizade com Jaime Isidoro, sendo um dos motivos pelos quais colabora regularmente no evento.

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Xurxo Oro Claro

Nasceu em Allariz, Espanha, em 1955. Autodidata, relacionou-se com outros artistas como Acisclo Manzano e Virxilio. Viveu uma temporada em Londres, em 1983, e foi lá onde conheceu a pintura americana da década de 50 do século XX, interessando-se particularmente pelo expressionismo abstrato, que o influenciou bastante artistica e pessoalmente. De volta a Allariz, trabalhou numa pintura gestual influenciado principalmente por Pollock e Willem de Kooning. Na sua escultura serve-se de diferentes materiais, como a pedra, o ferro, a madeira, o aço inoxidável ou até mesmo elementos industriais, como objetos mediáticos que aludem à morte, agressão ou destruição.

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Nasceu em Allariz, Espanha, em 1955. Autodidata, relacionou-se com outros artistas como Acisclo Manzano e Virxilio. Viveu uma temporada em Londres, em 1983, e foi lá onde conheceu a pintura americana da década de 50 do século XX, interessando-se particularmente pelo expressionismo abstrato, que o influenciou bastante artistica e pessoalmente. De volta a Allariz, trabalhou numa pintura gestual influenciado principalmente por Pollock e Willem de Kooning. Na sua escultura serve-se de diferentes materiais, como a pedra, o ferro, a madeira, o aço inoxidável ou até mesmo elementos industriais, como objetos mediáticos que aludem à morte, agressão ou destruição.
Participou em vários simpósios de escultura e as suas obras estão representadas em várias coleções privadas e museus.
Foi Grande Prémio na XI Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2001).

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Zadok Ben-David

Nasceu no Iémen, em 1949, mas no mesmo ano a família imigrou para Israel. Estudou na Academia Bezalel de Arte e Design, em Jerusalém (1971-1973), e em 1975 estudou Belas Artes na Universidade de Reading (Inglaterra). No entanto, no ano seguinte, estabeleceu-se em Londres, onde ingressou na St. Martin's School of Art e obteve o curso avançado de Escultura. Lecionou na mesma escola a disciplina de Escultura (1977-1982).

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Nasceu no Iémen, em 1949, mas no mesmo ano a família imigrou para Israel. Estudou na Academia Bezalel de Arte e Design, em Jerusalém (1971-1973), e em 1975 estudou Belas Artes na Universidade de Reading (Inglaterra). No entanto, no ano seguinte, estabeleceu-se em Londres, onde ingressou na St. Martin’s School of Art e obteve o curso avançado de Escultura. Lecionou na mesma escola a disciplina de Escultura (1977-1982).
A sua primeira exposição individual foi na Air Gallery, em 1980. A partir de 1982, começou a internacionalizar-se. Em 1988 representou Israel na Bienal de Veneza. Tem realizado exposições um pouco por todo mundo: Antuérpia, Nova Iorque, Amesterdão, Munique, Melbourne e Sydney, Londres, Tel-Aviv, Scheveningen, Augsburg, Paris, Seul, Vila Nova de Cerveira, Turim, Singapura, entre outros.
Foi Grande Prémio na XIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2007).

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Zulmiro de Carvalho

Nasceu em Gondomar, Portugal, em 1940. Frequentou a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, no Porto (1952-1958). Formou-se em Escultura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, em 1968, onde viria a ser professor (1973-1995).
Entre 1971 e 1973 estudou em Londres, na Escola de Arte de Saint Martin, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
A obra do escultor Zulmiro de Carvalho tem recebido diversos prémios nacionais e tem integrado numerosas exposições individuais e coletivas, quer em Portugal (Barcelos, Amarante, Braga, Porto, Coimbra, Lisboa, Santo Tirso, Guimarães, etc.), quer em simpósios e mostras internacionais, designadamente em Madrid, Amesterdão, Bona, Copenhaga, Goa, e no Brasil (Belém e Rio de Janeiro) e Cabo Verde.
Foi Grande Prémio Escultura na III Bienal Internacional de Arte de Cerveira (1982).