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O Museu procura uma senda da modernidade até à contemporaneidade.
Com obras de Acácio Lino e António Carneiro, exemplificam-se situações concretas do Naturalismo Português, mas ainda em António Carneiro se entenderá, quase com exceção, o Simbolismo Português.
Amadeo constitui a principal referência do Museu, de que é patrono, e a aproximação à sua obra torna-a em instrumento de uma pedagogia da modernidade, com os percursos visíveis do Cubismo à Abstração, com as notícias do Futurismo, as marcas do Expressionismo e as premonições do Dadaísmo e seus absurdos.
A contemporaneidade testemunha-se em amostragens sensíveis, do informalismo e gestualismo ao conceptualismo, até à contaminação das linguagens, à derrisão, a um novo ingenuismo e uma nova figuração.

Para além dos artistas mencionados, o Museu tem no seu acervo vários artistas, entre os quais: Lourdes Castro (1930-2022) , Armanda Passos (1944-2021), Paulo Neves (1959)

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Exposições em Destaque

A programação do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso assenta na apresentação de exposições de cáracter permanente e temporárias.

Arquitetura

O Município e o Museu ocupam o Convento de São Gonçalo, obra do fim do século XVI cujo traçado, já de si heterogéneo, foi significativamente alterado por força das complexas vicissitudes por que passou ao longo de quatro séculos de história.
O edifício, localizado em pleno centro de Amarante, continua, apesar das transformações, a manter uma presença extremamente forte no perfil do aglomerado, constituindo juntamente com o rio e uma velha ponte a imagem da cidade.
A intervenção visou antes de mais restituir ao Convento a sua autenticidade, aceitando as contradições resultantes das suas múltiplas vivências: ora introduzindo estruturas modernas capazes de responder às novas realidades funcionais, ora exaltando selectivamente percursos, espaços e elementos arquitectónicos mais expressivos.
A aplicação destes conceitos genéricos encontra a sua consequência prática mais significativa na reconstituição dos dois claustros, cujos espaços originais se encontravam desvirtuados pela demolição do corpo que os separava.
Face ao estado de degradação das estruturas construtivas, ao carácter híbrido da arquitectura e bem assim de documentação histórica, a recuperação do conjunto não poderia nem foi, neste caso, entendida com o sentido de recomposição arqueológica. Resulta antes e no essencial da interpretação – necessariamente subjectiva – da organização espacial e dos caracteres tipológicos de uma construção extremamente receptiva.

© Câmara Municipal de Amarante

Arquiteto

Alcino Soutinho
© “A Modernidade em Debate”
Alcino Soutinho

Formado pela Escola de Belas-Artes do Porto em 1957, ano em que inicia a sua atividade como arquiteto, Alcino Soutinho usufruiu de uma bolsa da Fundação Gulbenkian, em 1961, para continuação dos estudos em investigação sobre Museologia em Itália onde contacta com vários arquitetos italianos que o influenciaram no início da sua carreira. Paralelamente, trabalhou na Fundação das Caixas da Previdência, onde elaborou vários conjuntos de habitação económica no Norte de Portugal, até 1971.

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Formado pela Escola de Belas-Artes do Porto em 1957, ano em que inicia a sua atividade como arquiteto, Alcino Soutinho usufruiu de uma bolsa da Fundação Gulbenkian, em 1961, para continuação dos estudos em investigação sobre Museologia em Itália onde contacta com vários arquitetos italianos que o influenciaram no início da sua carreira. Paralelamente, trabalhou na Fundação das Caixas da Previdência, onde elaborou vários conjuntos de habitação económica no Norte de Portugal, até 1971. Foi docente da FBAUP, a partir de 1973 e, mais tarde, da FAUP da Universidade do Porto.O seu projeto para o novo edifício do Museu Amadeo de Souza-Cardoso em Amarante, de 1977, trouxe-lhe reconhecimento internacional e, em 1982, recebeu o prémio “Europa Nostra” pela obra de recuperação do Castelo de Vila Nova de Cerveira e sua adaptação para pousada. Em 1984 foi-lhe atribuído o prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte. Contudo, é com a obra dos novos Paços do Concelho de Matosinhos, concluída em 1987, que obtém consagração nacional e internacional.

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Horários

Inverno

  • Todos os dias 09h30m às 12h30m
  • Todos os dias 14h00m às 17h30m

Verão

  • Todos os dias 10h00m às 12h30m
  • Todos os dias 14h00m às 18h00m

Últimas admissões: 12h00m e 17h30m

Tarifário Bilheteira

Bilhetes

  • Geral 4€
  • Naturais e residentes no concelho de Amarante 2€
  • Grupos escolares (por pessoa)(*) 2€
  • Bilhete Família - 1º grau de parentesco(*) 8€
  • Cartão de Estudante ou Jovem Municipal, Maiores 65 anos 2€

Descontos

* Requer comprovação documental. Os descontos não são acumuláveis.

Como Chegar

  • point

    Alameda Teixeira de Pascoaes
    4600-011 Amarante
    GPS: 41.26964384040215, -8.078579493353455

  • bus

    Autocarros Expresso e Rodonorte a partir de Portugal ou Espanha.
    Através do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, é possível usar o metro ou autocarro para ir até ao Campo 24 de Agosto, local onde poderá apanhar o autocarro para Amarante.

  • train

    Ao utilizar a Linha Urbana de Comboios Porto/Marco de Canaveses, desde a Estação de S. Bento até à Estação Ferroviária de Vila Meã, freguesia de Amarante, demorará cerca de 57 minutos.

Acessibilidade

Visitas

Requisitos Gerais

O Museu disponibiliza um formulário, online, para a marcação de visitas em grupo. As visitas em grupo podem, ou não, ser guiadas.
As visitas guiadas são constituídas por um mínimo de 10 elementos e têm que ser solicitadas com uma antecedência mínima de 5 dias úteis.

Link: https://www.amadeosouza-cardoso.pt/pt/pedido-de-visita-guiada-reserva

Loja

© Câmara Municipal de Amarante